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	<title>Jump - Ideias em movimento &#187; filmes</title>
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	<description>Inquietação em forma de conteúdo. É assim que compartilhamos tudo o que se move e nos inspira. Bem-vindo ao blog coletivo da Jump!, uma agência que vive o tempo todo em movimento.</description>
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		<title>Facebook vira filme</title>
		<link>http://jump.com.br/blog/2010/07/facebook-transformado-em-filme/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 15:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jump</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ <br/> Enquanto o Facebook finalmente se torna popular aqui no Brasil, o filme &#8220;The Social Network&#8221; está prestes a ser lançado nos Estados Unidos. Dirigido por David Fincher (o aclamado diretor de &#8220;Clube da Luta&#8221;, entre outros sucessos), o longa contará a história de amizades e inimizades por trás da explosão dessa rede social. Jesse Eisenberg [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/>  <p>Enquanto o Facebook finalmente se torna popular aqui no Brasil, o filme &#8220;The Social Network&#8221; está prestes a ser lançado nos Estados Unidos. Dirigido por David Fincher (o aclamado diretor de &#8220;Clube da Luta&#8221;, entre outros sucessos), o longa contará a história de amizades e inimizades por trás da explosão dessa rede social. Jesse Eisenberg (de &#8220;Zombieland&#8221;), uma escolha fácil para os papéis de geek, será Mark Zuckerberg, o jovem criador do Facebook. Veja agora o primeiro trailer do filme, divulgado na semana passada.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/07/facebook-transformado-em-filme/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Jany Lima no país do entretenimento</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:15:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jump</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/07/jany-lima-no-pais-do-entretenimento/" title="Jany Lima no país do entretenimento"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/07/foto-jany-blog.jpg" alt="Jany Lima no país do entretenimento" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Jany Lima foi diretora de marketing do Cinesystem Cinemas de 2000 a 2007. Foi nesse período que se interessou cada vez mais pelo universo jovem. Não é à toa que depois ela se tornou a idealizadora e apresentadora de um programa de TV de sucesso direcionado a esse mesmo público, o Credencial. Numa rápida entrevista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/07/jany-lima-no-pais-do-entretenimento/" title="Jany Lima no país do entretenimento"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/07/foto-jany-blog.jpg" alt="Jany Lima no país do entretenimento" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Jany Lima foi diretora de marketing do Cinesystem Cinemas de 2000 a 2007. Foi nesse período que se interessou cada vez mais pelo universo jovem. Não é à toa que depois ela se tornou a idealizadora e apresentadora de um programa de TV de sucesso direcionado a esse mesmo público, o <em>Credencial</em>. Numa rápida entrevista para a Jump, ela compartilhou um pouco das suas valiosas opiniões sobre o mercado de entretenimento, a propaganda e a cultura pop.</p>
<p><strong>Quais são as peculiaridades da propaganda feita para o mercado de entretenimento e para o público jovem?<br />
</strong></p>
<p>Para atingir o universo jovem, a comunicação precisa ser descomplicada e curta, respeitando os interesses e estilos de cada tribo. Outro ponto importante para uma marca conquistar este público: ela precisa ser verdadeira. Cada vez mais, campanhas publicitárias precisam andar junto com as estratégias de marketing das empresas. Os jovens são mais intolerantes, percebem imediatamente se um anunciante não está dizendo a verdade. Eles querem que as promessas sejam cumpridas e preferem uma marca sensível às suas necessidades. Pela grande capacidade de filtrar informações, o target jovem precisa  de comunicação ilimitada, por isso campanhas em diversas plataformas são cada vez mais necessárias.</p>
<p><strong>Como você vê o cenário do mercado de entretenimento jovem no Brasil, para onde ele caminha?<br />
</strong></p>
<p>O entretenimento jovem ganhou muito espaço nos últimos 5 anos e a perspectiva de crescimento para esta década continua. Isso porque os jovens são a geração mais preparada para lidar com a nova realidade que a tecnologia possibilita. E eu não falo só de conteúdo (programas de televisão, rádio, impressos segmentados); falo também de estética e comportamento. Mesmo os conteúdos adultos nos grandes veículos de massa exploram a estética jovem. Você conhece alguém que quer ser velho?</p>
<p>Essa tendência pode ser percebida pelo grande volume de produções com este apelo: filmes adolescentes, jovens cantores até na música sertaneja (como Luan Santana), Disney Channel criando todo ano dezenas de jovens ícones pop, como Jonas Brothers, Hanna Montana, Miley Cirus, só para citar alguns exemplos.</p>
<p><strong>Qual é o papel do entretenimento na vida de um indivíduo?</strong></p>
<p>Um momento de relaxamento que todos precisam. Se o conteúdo for capaz de entreter e informar, a fórmula fica perfeita. Bons exemplos são o <em>CQC</em>, o <em>Profissão Repórter</em>, o <em>Furo MTV</em>&#8230;</p>
<p>Eu não acredito em entretenimento estúpido, ele cansa rápido. Além do mais, acredito que os meios de comunicação devem estar comprometidos com a formação das novas gerações. Mas essa é minha visão particular. Procuro aplicá-la no programa <em>Credencial</em>.</p>
<p><strong>Se você fosse mudar o seu foco de negócio, pra onde você iria? </strong></p>
<p>Gostaria de falar com jovens adultos, de 25 a 35 anos. Acho um target legal.</p>
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		<title>Os adolescentes dançantes dos anos 80</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 12:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<category><![CDATA[inquietação]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[ <br/> Muitas das &#8220;novas&#8221; tendências da música (e da moda, do design&#8230;) continuam resgatando os inesquecíveis anos 80. Foi essa influência que inspirou um mashup com trechos de filmes adolescentes daquela década &#8211; tão reprisados pela Sessão da Tarde e integrantes da memória de 80% da população &#8211; e o hit de uma banda moderninha, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/>  <p>Muitas das &#8220;novas&#8221; tendências da música (e da moda, do design&#8230;) continuam resgatando os inesquecíveis anos 80. Foi essa influência que inspirou um <em>mashup</em> com trechos de filmes adolescentes daquela década &#8211; tão reprisados pela Sessão da Tarde e integrantes da memória de 80% da população &#8211; e o <em>hit </em>de uma banda moderninha, o Phoenix.</p>
<p>No vídeo a seguir, os personagens de &#8220;Clube dos Cinco&#8221; (1985), &#8220;A Garota de Rosa-Shocking&#8221; (1986), Footloose (1984) e &#8220;Manequin&#8221; (1987) provam que ainda são capazes de inspirar e divertir multidões.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/01/os-adolescentes-dancantes-dos-anos-80/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>E se o filme UP fosse real?</title>
		<link>http://jump.com.br/blog/2009/12/e-se-o-filme-up-fosse-real/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/12/e-se-o-filme-up-fosse-real/" title="E se o filme UP fosse real?"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/12/russell-the-up-kid-irl-31437-1260816517-10.jpg" alt="E se o filme UP fosse real?" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Provavelmente esse baixinho acima seria o ator ideal pro personagem Russel, o pentelho e escoteiro mirim de 8 anos. Assista o trailer do filme para ler a história a seguir: As semelhanças com a vida real não param por aí. Nos Estados Unidos, mais especificamente na cidade de Seattle, no estado de Washington, uma senhora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/12/e-se-o-filme-up-fosse-real/" title="E se o filme UP fosse real?"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/12/russell-the-up-kid-irl-31437-1260816517-10.jpg" alt="E se o filme UP fosse real?" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Provavelmente esse baixinho acima seria o ator ideal pro personagem Russel, o pentelho e escoteiro mirim de 8 anos.</p>
<p>Assista o trailer do filme para ler a história a seguir:</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2009/12/e-se-o-filme-up-fosse-real/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>As semelhanças com a vida real não param por aí. Nos Estados Unidos, mais especificamente na cidade de Seattle, no estado de Washington, uma senhora de nome Edith Macefield viveu uma história bem semelhante a do filme &#8211; com a diferença óbvia da casa não poder voar e do final triste que teve.</p>
<p>Solitária e acostumada a morar em uma rua sem vizinhos (as demais casas haviam sido demolidas), Edith era uma senhora reservada e de poucos amigos. Um deles, por ironia do destino, o próprio supervisor da obra que cercava a sua casa, bem no meio da construção de uma moderna academia de ginástica. Nem mesmo uma oferta de 1 milhão de dólares fez com que Edith autorizasse a demolição da sua casa de 108 anos e se mudasse para outro local. Dessa forma, o resultado foi inevitável:</p>
<p><a href="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/12/28seat.ms.600.jpg" rel="shadowbox[post-1442];player=img;"><img class="alignnone size-large wp-image-1445" title="28seat.ms.600" src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/12/28seat.ms.600-510x297.jpg" alt="28seat.ms.600" width="510" height="297" /></a></p>
<p>Ano passado, porém, já com 86 anos, Edith veio a falecer de câncer no pâncreas. Em seu testamento, deixou a casa para aquele que a fez companhia em seus últimos dias: o supervisor da obra, Barry Martin. E com isso as críticas foram inevitáveis, com as pessoas o julgando como interesseiro e oportunista, enquanto outros apenas entenderam o gesto de compaixão daquele homem. A verdade é que Barry decidiu sim vender a casa, mesmo com o seu valor atual não chegando perto do 1 milhão de dólares antes oferecido, mas com o propósito de usar o dinheiro para pagar os estudos de suas filhas. Segundo ele, seria o que Edith desejaria.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/12/P1040644.JPG" rel="shadowbox[post-1442];player=img;"><img class="alignnone size-large wp-image-1448" title="P1040644" src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/12/P1040644-510x286.jpg" alt="P1040644" width="510" height="286" /></a></p>
<p><span style="font-size: xx-small;">(<a href="http://picasaweb.google.com/edwards.harry">créditos da foto</a>)</span></p>
<p>Essa história é tão real, que você pode <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=ballard,%20seattle,%20wa&amp;sll=37.0625,-95.677068&amp;sspn=41.003738,72.509766&amp;ie=UTF8&amp;ll=47.662179,-122.375593&amp;spn=0.017082,0.035405&amp;z=15&amp;layer=c&amp;cbll=47.662194,-122.37544&amp;panoid=Aelrxk4NxOYOgsNPNKSptA&amp;cbp=12,1.11,,0,5">conferir com seus próprios olhos</a> &#8211; mesmo que virtualmente &#8211; a rua da casa e da construção pelo Google Maps, na função Street View. Mais detalhes dessa história mirabolante você lê <a href="http://www.nytimes.com/2008/12/28/us/28edith.html?pagewanted=1&amp;_r=2">nessa matéria</a> do NY Times.</p>
<p>É a ficção virando realidade.</p>
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		<title>As aparências enganam em Hollywood</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 14:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/12/as-aparencias-enganam-em-hollywood/" title="As aparências enganam em Hollywood"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/12/stargate1.jpg" alt="As aparências enganam em Hollywood" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Aquele ditado &#8220;nem tudo é o que parece&#8221;, nunca foi tão verdade. Pelo menos nos filmes e seriados de Hollywood. Não é mais nenhum espanto saber que aquele filme blockbuster de ação que você viu no cinema, teve metade das cenas feitas em estúdio com fundo falso e o auxílio de efeitos especiais. Mas, ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/12/as-aparencias-enganam-em-hollywood/" title="As aparências enganam em Hollywood"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/12/stargate1.jpg" alt="As aparências enganam em Hollywood" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Aquele ditado &#8220;nem tudo é o que parece&#8221;, nunca foi tão verdade. Pelo menos nos filmes e seriados de Hollywood.</p>
<p>Não é mais nenhum espanto saber que aquele filme blockbuster de ação que você viu no cinema, teve metade das cenas feitas em estúdio com fundo falso e o auxílio de efeitos especiais. Mas, ainda assim, ver os bastidores com a verdade nua e crua não deixa de ser bem impressionante.</p>
<p>Uma das grandes produtoras responsáveis por estes efeitos é a <a href="http://www.stargatefilms.com/page.php?section=4&amp;page=427">Stargate Studios</a>, com sede em Los Angeles e Vancouver, e responsável pelos efeitos de seriados famosos como <em>24</em>, <em>Heroes</em> e <em>Grey&#8217;s Anatomy</em>. Dá só uma olhada no <em>showreel</em> de 2009 dos caras:</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2009/12/as-aparencias-enganam-em-hollywood/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p> <p><a href="http://jump.com.br/blog/2009/12/as-aparencias-enganam-em-hollywood/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.fubiz.net">Fubiz</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Virtual vs Real (?)</title>
		<link>http://jump.com.br/blog/2009/08/virtual-vs-real/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 02:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur César</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/08/virtual-vs-real/" title="Virtual vs Real (?)"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/avatar-570x313.jpg" alt="Virtual vs Real (?)" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Tá aí um assunto que sempre me deixa intrigado. Neste cenário pós-internet, as pessoas estão deixando a coisa rolar, caindo de cabeça em uma nova realidade, e talvez até, perdendo alguns importantes valores humanos &#8211; como relacionamentos, interações sociais, contatos físicos, essas coisas&#8230; Em 2004, recebi um convite pra entrar no Orkut. E naquele momento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/08/virtual-vs-real/" title="Virtual vs Real (?)"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/avatar-570x313.jpg" alt="Virtual vs Real (?)" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Tá aí um assunto que sempre me deixa intrigado. Neste cenário pós-internet, as pessoas estão deixando a coisa rolar, caindo de cabeça em uma nova realidade, e talvez até, perdendo alguns importantes valores humanos &#8211; como relacionamentos, interações sociais, contatos físicos, essas coisas&#8230;</p>
<p>Em 2004, recebi um convite pra entrar no Orkut. E naquele momento, eu já tinha usado ICQ, sabia tudo de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MIRC" target="_blank">mIRC</a>, e estava iniciando meus amigos no MSN  Messenger &#8211; um novo sistema de conversas muito mais simples e com potencial popularizador. O vício já exisitia naquelas (novas) ferramentas. Mas o ponto é que, após a disseminação desses programas entre as pessoas, vivemos hoje em uma sociedade virtual. Que invadiu o nosso tempo, nosso trabalho, lazer, entretenimento, nossa vida, relacionamento com os amigos, enfim, tudo. Essa realidade já nos cerca, e não dá mais pra saber o que é de verdade, e o que é de mentira.</p>
<p>O poder de aproximação e ampliação de conversas que a internet nos possibilitou é real. Além das facilidades da web, que também é real. Pessoas fecham negócios, firmam grandes parcerias, ganham dinheiro, ou até, fazem novos amigos, se isolam do mundo &#8211; e são mais felizes assim. Enfim, o questionamento que quero levantar diz respeito ao alcance, e às proporções, que essa verdade ilusória (ou não) vai nos levar. Uma simulação da realidade, que nos faz interagir com pessoas que talvez nunca vamos ver na vida, em uma grande confusão de experiências.</p>
<p><img title="3751074529_6e6c0ff7e8_b250px" src="http://www.arthurcesar.com/wp-content/uploads/2009/07/3751074529_6e6c0ff7e8_b250px.jpg" alt="3751074529_6e6c0ff7e8_b250px" width="250" height="188" /></p>
<p>Essa semana rolou o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/San_Diego_Comic-Con" target="_blank">Comic Con</a>, e lá foi apresentado um filme muito interessante, que está sendo idealizado e produzido &#8211; há 14 e 4 anos, respectivamente &#8211; pelo renomado diretor James Cameron, de Titanic e Terminator (1 e 2): <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Avatar_%28filme%29" target="_blank"><strong>Avatar.</strong></a> Há algumas semanas atrás, quando li algo a respeito de &#8220;Avatar&#8221;, passei em branco, pois achei que era um filme baseado naquele <a href="http://www.nick.com/shows/avatar/index.jhtml" target="_blank">desenho da Nick</a>. Mas não, diz respeito a outro assunto. O filme tem a ver com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Avatar_%28realidade_virtual%29" target="_blank">avatar</a> mesmo, tipo Second Life. Aqueles seres virtuais que controlamos, fazemos voar, interagir com outros avatares, em um mundo paralelo ao nosso. Personagens que criamos na internet, e que nos representam. No filme, avatares reais (é!), serão controlados por humanos de suas casas, para poder viver em um outro planeta. Abre aspas: <em>&#8220;Queria fazer algo que também tivesse uma consciência, que talvez durante a diversão fizesse as pessoas pensarem um pouco sobre a forma como interagem com a natureza e com os outros seres humanos”</em>.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2009/08/virtual-vs-real/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Talvez tenha o mesmo impacto de Matrix (ou até mais). O fato é que a produção será surpreendente, com efeitos especiais que vão além daquilo que já estamos acostumados. Faz parte da inquietação do diretor: <em>&#8220;Todo mundo sempre questiona &#8216;onde você esteve, James?&#8217; Bem, eis onde eu estava: Pandora&#8221;</em>.</p>
<p>Certamente, voltarei a falar desse assunto mais além. ;)</p>
<p>Ah! E créditos ao <a href="http://twitter.com/pernah" target="_blank">@pernah</a> que me explicou que o &#8220;Avatar&#8221; não era sobre o desenho.</p>
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