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	<title>Jump - Ideias em movimento &#187; comportamento</title>
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	<description>Inquietação em forma de conteúdo. É assim que compartilhamos tudo o que se move e nos inspira. Bem-vindo ao blog coletivo da Jump!, uma agência que vive o tempo todo em movimento.</description>
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		<title>Beijos que lotaram cinemas</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:33:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jump</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/07/beijos-que-lotaram-cinemas/" title="Beijos que lotaram cinemas"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cinesystem_beijo-570x502.jpg" alt="Beijos que lotaram cinemas" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> O ano era 2004. A Rede Cinesystem de Cinemas, então um dos nossos principais clientes, precisava de uma solução criativa e simples que alavancasse as bilheterias. A união da equipe criativa da Jump com a jornalista Jany Lima – na ocasião diretora de marketing da empresa – acabou levando a uma ideia verdadeiramente cinematográfica, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/07/beijos-que-lotaram-cinemas/" title="Beijos que lotaram cinemas"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cinesystem_beijo-570x502.jpg" alt="Beijos que lotaram cinemas" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>O ano era 2004.  A Rede Cinesystem de Cinemas, então um dos nossos principais clientes, precisava de uma solução criativa e simples que alavancasse as bilheterias. A união da equipe criativa da Jump com a jornalista <strong>Jany Lima</strong> – na ocasião diretora de marketing da empresa – acabou levando a uma ideia verdadeiramente cinematográfica, que contagiou gente de diferentes lugares e estilos de vida: a promoção <strong>Beijo Vale Desconto</strong>.</p>
<p>“Precisávamos de uma promoção rápida e descomplicada. Podíamos simplesmente baixar o valor do ingresso, mas queríamos um mote especial. Foi aí que surgiu a ideia do beijo.”, diz Jany. A proposta nasceu despretensiosa, planejada apenas para solucionar o baixo fluxo das quintas-feiras na unidade de Curitiba, porém a recepção calorosa do público levou a campanha a crescer rapidamente: “O público adorou a ideia e realmente se divertia com o beijo. Percebemos que o desconto passou a ser um detalhe comparado à oportunidade de brincadeira.”</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/07/beijos-que-lotaram-cinemas/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Não demorou para que a nova moda das filas de cinema chamasse a atenção da mídia e a promoção fosse estendida para todas as unidades do Cinesystem. A ação virou assunto em todas as emissoras de TV aberta, em programas como o <em>Bom dia Brasil</em>, em diversos sites, na revista <em>Meio &amp; Mensagem</em> e até na edição online da nova-iorquina <em>Variety</em>.</p>
<p>“O crescimento da Rede Cinesystem ganhou também uma matéria de 3 páginas na revista <em>Forbes Brasil</em>, muito em parte pela repercussão da promoção Beijo Vale Desconto. Como o case foi publicado por agências de notícias, ganhou notoriedade em diversas línguas. Lembro que nossa clipagem achou uma matéria sobre a promoção num site de cinema húngaro! Eu só entendi meu nome e o do Cinesystem no texto.”, conta Jany.</p>
<p>Os beijos ainda chamaram a atenção de comunidades GLBT, que viram na rede de cinemas uma postura de respeito à diversidade sexual, já que beijos homossexuais também eram bem-vindos. Essa atitude rendeu um prêmio concedido à Jany Lima em 2005, pela Associação Estadual GLBT (PR).</p>
<p>A promoção criada pela Jump durou vários anos e acompanhou o Cinesystem mesmo em outras agências de comunicação. Jany Lima diz ter assistido a várias centenas de beijos que não só ganharam o famoso desconto, mas também fizeram parte de um case histórico, que mostra todo o potencial da propaganda que envolve e entretém seu público.</p>
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		<title>A lição de Lost</title>
		<link>http://jump.com.br/blog/2010/06/a-licao-de-lost/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 18:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur César</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/06/a-licao-de-lost/" title="A lição de Lost"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/06/lost-image1.jpg" alt="A lição de Lost" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Tá, eu sei que já falaram muito desse assunto em vários blogs do gênero. Mas talvez não com o nosso ponto de vista &#8211; de publicitários. Esta série é um produto a ser analisado, tem elementos que devem ser discutidos e colocados como reflexão. Quando se envolve com Lost, as pessoas entram em grandes discussões, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/06/a-licao-de-lost/" title="A lição de Lost"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/06/lost-image1.jpg" alt="A lição de Lost" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Tá, eu sei que já  falaram muito desse assunto em vários blogs do gênero. Mas talvez não  com o nosso ponto de vista &#8211; de publicitários. Esta série é um produto a  ser analisado, tem elementos que devem ser discutidos e colocados como  reflexão. Quando se envolve com Lost, as pessoas entram em grandes  discussões, se envolvendo completamente. Tem assunto pra uma vida  inteira (ou pra várias). E o que quero discutir aqui, é exatamente isso:  por que é tão interessante? Por que é tão intrigante e envolvente?<br />
<span><br />
Antes de começar a acompanhar a série, tentei  conhecer um pouco da cabeça do criador e produtor: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J._J._Abrams">JJ Abrams</a>. Assisti  Cloverfield e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=8SFHZnT--qo" rel="shadowbox[post-2119];player=swf;width=640;height=385;">Star  Trek</a>, e vi que lá tinham ferramentas interessantes. Foi então que  topei com essa palestra dele no <a href="http://www.ted.com/">TED</a>:</span></p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/06/a-licao-de-lost/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><span>Vários detalhes fazem de Lost assunto pra toda  hora: os mistério jogados no decorrer da história, a ilha tratada como  um personagem, os diferentes estilos de narrativas (flash-backs, <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Viagem_no_Tempo">viagens no  tempo</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flashforward">flash-forward</a>,  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flashsideway">flash-sideways</a>),  a forma como a série lidou também com diversos temas polêmicos (razão,  fé, livre arbítrio, destino), a ótima construção de cada personagem &#8211;  quem não se lembra da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Yk_bsgqhQTc" rel="shadowbox[post-2119];player=swf;width=640;height=385;">morte do Charlie</a>?  Outro ponto interessante a ser observado em Lost é a apropriação da  linguagem universal da cultura popular; se utilizando de referências a <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Filmes,_Seriados_e_Desenhos">filmes</a>,  <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Livros">livros</a>, <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/M%C3%BAsicas_Tocadas_em_Lost">músicas</a>,  séries, <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Jogos">jogos</a>, <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Artes">arte</a>, mitologias,  ciência, filosofia, <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Religi%C3%B5es_e_Ideologias">religião</a>,  tecnologia, dentro da trama; o nome dos personagens tinham por trás  grandes significados. Tudo em Lost é interessante, tudo tem um  propósito. &#8220;Cada pergunta que respondo leva a outra.&#8221; &#8211; citou uma  importante personagem no final da série. </span></p>
<p><span>Para entender a trama não basta só assistir,  tem que pesquisar, buscar entender, conversar a respeito, observar os  detalhes de cada episódio (<a href="http://dudewearelost.blogspot.com/2010/04/ep-6x12-everybody-loves-hugo-easter.html">easter  eggs</a>), acompanhar a repercussão (das <a href="http://www.teoriaslost.com/">teorias</a>, dos <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Portal:Mist%C3%A9rios">mistérios</a>)  nos <a href="http://dudewearelost.blogspot.com/">blogs</a>, <a href="http://www.lostbrasil.com/portal.php">fóruns</a>, comunidades;  conversar sobre Lost é fundamental no processo. Lost não é só uma série  televisiva, é uma experiência.</span></p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/06/a-licao-de-lost/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><span>Se utilizando de diversas temáticas, a série  construiu também seus ícones culturais, e foram muitos: os <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/4_8_15_16_23_42">bad numbers</a>,  a <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Portal:Membros_da_DHARMA">Dharma</a>,  Not Penny&#8217;s Boat, <a href="http://images2.wikia.nocookie.net/__cb20060831025534/lostpedia/pt/images/thumb/2/20/Deu1.jpg/300px-Deu1.jpg" rel="shadowbox[post-2119];player=img;">a  escotilha</a>, Hanso Foundation, <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Viagem_no_Tempo">o Black Rock</a>,  a própria <a href="http://dudewearelost.blogspot.com/2010/05/musica-de-lost-umas-das-razoes-da-minha.html">trilha  de Lost</a>; os exemplos não acabam, tem atém um <a href="http://pt.lostpedia.wikia.com/wiki/Pagina_Principal">Wikipédia  exclusivo de Lost</a>; basta se entregar e interagir com a história.</span></p>
<p>E  fica essa lição pra nós, humildes construtores de marcas. Que vivemos  desenvolvendo propaganda, buscando conceitos, mensagens, abordagens  criativas, ideias poderosas, tentando ser inovadores o tempo todo. Criar  um ambiente interessante para as pessoas discutirem, trocar  informações, e ainda se divertirem, pode ser ainda mais interessante no  nosso trabalho. Fica o desafio pra gente.</p>
<p>Namastê!</p>
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		<title>Como é que se diz &#8220;Moleskine&#8221;?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 14:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/como-e-que-se-diz-moleskine/" title="Como é que se diz &quot;Moleskine&quot;?"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/04/moleskine.jpg" alt="Como é que se diz &quot;Moleskine&quot;?" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Muita gente &#8211; especialmente quem trabalha com ideias, design e afins &#8211; sabe o que é aquele caderno pequenino e bacana chamado Moleskine. A esperta empresa italiana que produz os originais teria divulgado por aí que gênios como Picasso e Hemingway exigiam caderninhos da marca, mas depois descobriu-se que, bem, essa era uma jogada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/como-e-que-se-diz-moleskine/" title="Como é que se diz &quot;Moleskine&quot;?"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/04/moleskine.jpg" alt="Como é que se diz &quot;Moleskine&quot;?" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Muita gente &#8211; especialmente quem trabalha com ideias, design e afins &#8211; sabe o que é aquele caderno pequenino e bacana chamado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Moleskine">Moleskine</a>.  A esperta empresa italiana que produz os originais teria divulgado por aí que gênios como Picasso e Hemingway exigiam caderninhos da marca, mas depois descobriu-se que, bem, essa era uma jogada de marketing. No entanto, Neil Gailman é um dos escritores que de fato batem palmas para o produto.</p>
<p>Moleskine original (ou não) em mãos, fica a dúvida: como <em>falar</em> essa palavra misteriosa? De acordo com a Wikipédia, <em>não</em> há pronúncia oficial, já que trata-se de um nome de marca sem nacionalidade definida. Muitos ensaiam um sotaque italiano, outros ficam no inglês. Legal mesmo é falar em português, não? Pra ajudar a gente, o blog <a href="http://www.swiss-miss.com/2010/04/how-do-you-pronounce-moleskine.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+Swissmiss+(swissmiss)"><strong>Swissmiss</strong></a> divulgou um vídeo de pessoas (ou melhor, suas bocas) pronunciando o nome da marca, algumas com mais naturalidade que as outras.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/como-e-que-se-diz-moleskine/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>11 curiosidades sobre a história do pinball</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 18:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/11-curiosidades-sobre-a-historia-do-pinball/" title="11 curiosidades sobre a história do pinball"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pinball-5-470-0809.jpg" alt="11 curiosidades sobre a história do pinball" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Da proibição à popularidade, passando pelo filme que inspirou a unidade mais vendida da história, essa lista mostra 11 fatos curiosos sobre as máquinas de pinball. Fonte: Desculpe a Poeira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/11-curiosidades-sobre-a-historia-do-pinball/" title="11 curiosidades sobre a história do pinball"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pinball-5-470-0809.jpg" alt="11 curiosidades sobre a história do pinball" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Da proibição à popularidade, passando pelo filme que inspirou a unidade mais vendida da história, essa lista mostra <a href="http://www.popularmechanics.com/technology/industry/4328211.html">11 fatos curiosos sobre as máquinas de pinball</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ricardolombardi.ig.com.br/">Desculpe a Poeira</a></p>
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		<title>A volta do Saleiro da Knorr</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 11:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jump</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/01/a-volta-do-saleiro-da-knorr/" title="A volta do Saleiro da Knorr"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Salt-570x381.jpg" alt="A volta do Saleiro da Knorr" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> É isso mesmo, o Saleiro encantador da Knorr voltou. Ele que comoveu a todos no primeiro vídeo quando saiu de casa, agora aparece em mais dois vídeos mostrando sua busca por um novo lar. A criação é da DDB do Canadá. Agora também dá para acompanhar ele pelo Facebook e Twitter.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/01/a-volta-do-saleiro-da-knorr/" title="A volta do Saleiro da Knorr"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Salt-570x381.jpg" alt="A volta do Saleiro da Knorr" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>É isso mesmo, o Saleiro encantador da Knorr voltou. Ele que comoveu a todos no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OekR7Ocu86M" rel="shadowbox[post-1525];player=swf;width=640;height=385;">primeiro vídeo</a> quando saiu de casa, agora aparece em mais dois vídeos mostrando sua busca por um novo lar. A criação é da DDB do Canadá. Agora também dá para acompanhar ele pelo <a href="http://www.facebook.com/SaltysLife#/SaltysLife">Facebook</a> e <a href="http://twitter.com/saltyslife">Twitter</a>.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/01/a-volta-do-saleiro-da-knorr/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p> <p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/01/a-volta-do-saleiro-da-knorr/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Em busca do sorriso</title>
		<link>http://jump.com.br/blog/2010/01/em-busca-do-sorriso/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 12:02:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jump</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ <br/> Ontem, dando aquela básica atualizada no Google Reader, encontrei essa ação da W+K para Coca-Cola no blog Ypsilon2. É uma máquina de refrigerantes que dá mais que refrigerantes: dá felicidade para quem está no local. Buscar o sorriso é um dos melhores caminhos para nós, publicitários. Esse sorriso da emoção é o que realmente fica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/>  <p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal; line-height: 150%;" align="JUSTIFY">Ontem, dando aquela básica atualizada no Google Reader, encontrei essa ação da W+K para Coca-Cola no blog <a href="http://blog.ypsilon2.com/index.php/2010/01/13/coca-cola-happiness-machine/">Ypsilon2</a>. É uma máquina de refrigerantes que dá mais que refrigerantes: dá felicidade para quem está no local. Buscar o sorriso é um dos melhores caminhos para nós, publicitários. Esse sorriso da emoção é o que realmente fica preso na mente das pessoas. Estou sendo bem óbvio, mas as vezes acabamos esquecendo dessa ideia básica e é sempre importante lembrar que também somos responsáveis pelo entretenimento das pessoas. Então, veja o resultado logo abaixo. Essa ação é uma bela fonte de inspiração.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/01/em-busca-do-sorriso/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>O que é Arquitetura?</title>
		<link>http://jump.com.br/blog/2009/06/o-que-e-arquitetura/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 11:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur César</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/06/o-que-e-arquitetura/" title="O que é Arquitetura? "><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/m_ff5911da4d41e743278667a77ee4f37a.jpg" alt="O que é Arquitetura? " class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Acho fantástico quando algumas pessoas conseguem explicar de uma forma tão simples, uma coisa tão complexa. Esse video é um exemplo. Depois dele, nem precisa falar mais nada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/06/o-que-e-arquitetura/" title="O que é Arquitetura? "><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/m_ff5911da4d41e743278667a77ee4f37a.jpg" alt="O que é Arquitetura? " class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Acho fantástico quando algumas pessoas conseguem explicar de uma forma tão simples, uma coisa tão complexa. Esse video é um exemplo. Depois dele, nem precisa falar mais nada.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2009/06/o-que-e-arquitetura/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Vale mais que um trocado</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 03:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Borges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/06/vale-mais-que-um-trocado/" title="Vale mais que um trocado "><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/m_eef65e19131b3a65c8c36273f2d2623f.jpg" alt="Vale mais que um trocado " class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Desde o início, quando pensamos neste blog, tínhamos em mente a idéia de partilhar idéias, de contribuir de alguma maneira para melhorar o dia-a-dia das pessoas, seja através de insights criativos ligados ou não à comunicação e ao marketing, mas também idéias que pelo seu ineditismo, simplicidade ou irreverência pudessem também mudar a sociedade à nossa volta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/06/vale-mais-que-um-trocado/" title="Vale mais que um trocado "><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/m_eef65e19131b3a65c8c36273f2d2623f.jpg" alt="Vale mais que um trocado " class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Desde o início, quando pensamos neste blog, tínhamos em mente a idéia de partilhar idéias, de contribuir de alguma maneira para melhorar o dia-a-dia das pessoas, seja através de insights criativos ligados ou não à comunicação e ao marketing, mas também idéias que pelo seu ineditismo, simplicidade ou irreverência pudessem também mudar a sociedade à nossa volta.</p>
<p>Aí vai uma delas, que chegou às minhas mãos através do Rodrigo Ratier, de São Paulo, que em parceria com o pessoal de NOVA ESCOLA deram início a um novo “Movement”&#8230; Confira.</p>
<p>Ambulantes, pedintes e moradores de rua não esperam só por dinheiro dos motoristas parados no sinal vermelho. Sem pagar pra ver, eu vi.</p>
<p>&#8220;Dinheiro eu não tenho, mas estou aqui com uma caixa cheia de livros. Quer um?&#8221; Repeti essa oferta a pedintes, artistas circenses e vendedores ambulantes, pessoas de todas as idades que fazem dos congestionamentos da cidade de São Paulo o cenário de seu ganha-pão. A ideia surgiu de uma combinação com os colegas de NOVA ESCOLA: em vez de dinheiro, eu ofereceria um livro a quem me abordasse &#8211; e conferiria as reações.   Para começar, acomodei 45 obras variadas &#8211; do clássico Auto da Barca do Inferno, escrito por Gil Vicente, ao infantil divertidíssimo Divina Albertina, da contemporânea Christine Davenier &#8211; em uma caixa de papelão no banco do carona de meu Palio preto. Tudo pronto, hora de rodar. Em 13 oferecimentos, nenhuma recusa. E houve gente que pediu mais.</p>
<p>Nas ruas, tem de tudo. Diferentemente do que se pode pensar, a maioria dessas pessoas tem, sim, alguma formação escolar. Uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, realizada só com moradores de rua e divulgada em 2008, revelou que apenas 15% nunca estudaram. Como 74% afirmam ter sido alfabetizados, não é exagero dizer que as vias públicas são um terreno fértil para a leitura. Notei até certa familiaridade com o tema. No primeiro dia, num cruzamento do Itaim, um bairro nobre, encontrei Vitor*, 20 anos, vendedor de balas. Assim que comecei a falar, ele projetou a cabeça para dentro do veículo e examinou o acervo:</p>
<p>- Tem aí algum do Sidney Sheldon? Era o que eu mais curtia quando estava na cadeia. Foi lá que aprendi a ler.   Na ausência do célebre novelista americano, o critério de seleção se tornou mais simples. Vitor pegou o exemplar mais grosso da caixa e aproveitou para escolher outro &#8211; &#8220;Esse do castelo, que deve ser de mistério&#8221; &#8211; para presentear a mulher que o esperava na calçada.</p>
<p>Aos poucos, fui percebendo que o público mais crítico era formado por jovens, como Micaela*, 15 anos. Ela é parte do contingente de 2 mil ambulantes que batem ponto nos semáforos da cidade, de acordo com números da prefeitura de São Paulo. Num domingo, enfrentava com paçocas a 1 real uma concorrência que apinhava todos os cruzamentos da avenida Tiradentes, no centro. Fiz a pergunta de sempre. E ela respondeu:</p>
<p>- Hum, depende do livro. Tem algum de literatura?, provocou, antes de se decidir por Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.</p>
<p>As crianças faziam festa (um dado vergonhoso: segundo a Prefeitura, ainda existem 1,8 mil delas nas ruas de São Paulo). Por estarem sempre acompanhadas, minha coleção diminuía a cada um desses encontros do acaso. Érico*, 9 anos, chegou com ar desconfiado pelo lado do passageiro:</p>
<p>- Sabe ler?, perguntei.</p>
<p>- Não&#8230;, disse ele, enquanto olhava a caixa. Mas, já prevendo o que poderia ganhar, reformulou a resposta:</p>
<p>- Sim. Sei, sim.</p>
<p>- Em que ano você está?</p>
<p>- Na 4ª B. Tio, você pode dar um para mim e outros para meus amigos?, indagou, apontando para um menino e uma menina, que já se aproximavam.</p>
<p>Mas o problema, como canta Paulinho da Viola, é que o sinal ia abrir. O motorista do carro da frente, indiferente à corrida desenfreada do trio, arrancou pela avenida Brasil, levando embora a mercadoria pendurada no retrovisor.</p>
<p>Se no momento das entregas que eu realizava se misturavam humor, drama, aventura e certo suspense, observar a reação das pessoas depois de presenteadas era como reler um livro que fica mais saboroso a cada leitura. Esquina após esquina, o enredo se repetia: enquanto eu esperava o sinal abrir, adultos e crianças, sentados no meio-fio, folheavam páginas. Pareciam se esquecer dos produtos, dos malabares, do dinheiro&#8230;</p>
<p>- Ganhar um livro é sempre bem-vindo. A literatura é maravilhosa, explicou, com sensibilidade, um vendedor de raquetes que dão choques em insetos.   Quase chegando ao fim da jornada literária, conheci Maria*.</p>
<p>Carregava a pequena Vitória*, 1 ano recém-completado, e cobiçava alguns trocados num canteiro da Zona Norte da cidade. Ganhou um livro infantil e agradeceu. Avancei dois quarteirões e fiz o retorno. Então, a vi novamente. Ela lia para a menininha no colo. Espremi os olhos para tentar ver seu semblante pelo retrovisor. Acho que sorria.</p>
<p>*os nomes foram trocados para preservar os personagens.</p>
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		<title>Banda Larga acabará com os Jornais?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 17:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jump</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/05/banda-larga-acabara-com-os-jornais/" title="Banda Larga acabará com os Jornais?"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/m_993fa3230fda002e8c8b56886ed111c8-570x369.jpg" alt="Banda Larga acabará com os Jornais?" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Esse é um vídeo interessante sobre o que poderá ser o fim do jornal de papel. Ele foi elaborado por Pedro Dória, que está passando uma temporada em Stanford. Segundo a teoria, quando um país atinge 30% de internet banda larga em suas residências, os jornais entram em crise. Bom, assistam o vídeo e tirem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/05/banda-larga-acabara-com-os-jornais/" title="Banda Larga acabará com os Jornais?"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/m_993fa3230fda002e8c8b56886ed111c8-570x369.jpg" alt="Banda Larga acabará com os Jornais?" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Esse é um vídeo interessante sobre o que poderá ser o fim do jornal de papel. Ele foi elaborado por Pedro Dória, que está passando uma temporada em Stanford. Segundo a teoria, quando um país atinge 30% de internet banda larga em suas residências, os jornais entram em crise. Bom, assistam o vídeo e tirem suas conclusões.</p>
<p>Fonte: Blog do Tas</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="570" height="380" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://blip.tv/play/AYGC2UmMhD4" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="570" height="380" src="http://blip.tv/play/AYGC2UmMhD4" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O Google também mede a energia que você gasta</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 17:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Pace</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/05/o-google-tambem-mede-a-energia-que-voce-gasta/" title="O Google também mede a energia que você gasta"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/m_163e20def4d931cbb4d5ec87374fa432-570x386.jpg" alt="O Google também mede a energia que você gasta" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Mais um projeto do Google que não podemos deixar de conhecer melhor é o Google PowerMeter. O sistema funciona através de um gadget que mostra o quanto você gasta em eletricidade nas atividades de casa. Altamente relevante olhando do ponto de vista mercadológico, uma vez que ele vem prestar um serviço pertinente aos usuários e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/05/o-google-tambem-mede-a-energia-que-voce-gasta/" title="O Google também mede a energia que você gasta"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/08/m_163e20def4d931cbb4d5ec87374fa432-570x386.jpg" alt="O Google também mede a energia que você gasta" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Mais um projeto do Google que não podemos deixar de conhecer melhor é o <a href="http://www.google.org/powermeter">Google PowerMeter</a>. O sistema funciona através de um gadget que mostra o quanto você gasta em eletricidade nas atividades de casa. Altamente relevante olhando do ponto de vista mercadológico, uma vez que ele vem prestar um serviço pertinente aos usuários e baseando-se nas palavras de Lord Kelvin: &#8220;If you cannot measure it, you cannot improve it&#8221; (Se você não pode medir-lo, não é possível melhorá-lo). Assista o vídeo abaixo (em inglês).</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2009/05/o-google-tambem-mede-a-energia-que-voce-gasta/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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