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	<title>Jump - Ideias em movimento &#187; Ana Guadalupe</title>
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	<description>Inquietação em forma de conteúdo. É assim que compartilhamos tudo o que se move e nos inspira. Bem-vindo ao blog coletivo da Jump!, uma agência que vive o tempo todo em movimento.</description>
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		<title>Uma exposição chamada &#8220;Jump&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 18:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/05/uma-exposicao-chamada-jump/" title="Uma exposição chamada &quot;Jump&quot;"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/05/halsman_MKempton-451x570.jpg" alt="Uma exposição chamada &quot;Jump&quot;" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Na década de 50, o fotógrafo Philippe Halsman resolveu pedir para os artistas que fotografava para publicações importantes, como a revista Life, que pulassem diante da câmera. O resultado é uma série de 50 retratos que ele chamou de &#8220;Jumpology&#8221; e esteve exposta nesse mês, sob o nome &#8220;Jump&#8221;, na Laurence Miller Gallery de Nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/05/uma-exposicao-chamada-jump/" title="Uma exposição chamada &quot;Jump&quot;"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/05/halsman_MKempton-451x570.jpg" alt="Uma exposição chamada &quot;Jump&quot;" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Na década de 50, o fotógrafo Philippe Halsman resolveu pedir para os artistas que fotografava para publicações importantes, como a revista Life, que pulassem diante da câmera. O resultado é uma série de 50 retratos que ele chamou de &#8220;Jumpology&#8221; e esteve exposta nesse mês, sob o nome &#8220;Jump&#8221;, na <a href="http://www.laurencemillergallery.com/halsman_jump2.html">Laurence Miller Gallery</a> de Nova York. Grandes nomes como Audrey Hepburn, Salvador Dalí, Marilyn Monroe, Richard Nixon e Sophia Loren foram eternizados em seus saltos bem-humorados.</p>
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		<title>Como é que se diz &#8220;Moleskine&#8221;?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 14:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/como-e-que-se-diz-moleskine/" title="Como é que se diz &quot;Moleskine&quot;?"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/04/moleskine.jpg" alt="Como é que se diz &quot;Moleskine&quot;?" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Muita gente &#8211; especialmente quem trabalha com ideias, design e afins &#8211; sabe o que é aquele caderno pequenino e bacana chamado Moleskine. A esperta empresa italiana que produz os originais teria divulgado por aí que gênios como Picasso e Hemingway exigiam caderninhos da marca, mas depois descobriu-se que, bem, essa era uma jogada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/como-e-que-se-diz-moleskine/" title="Como é que se diz &quot;Moleskine&quot;?"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/04/moleskine.jpg" alt="Como é que se diz &quot;Moleskine&quot;?" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Muita gente &#8211; especialmente quem trabalha com ideias, design e afins &#8211; sabe o que é aquele caderno pequenino e bacana chamado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Moleskine">Moleskine</a>.  A esperta empresa italiana que produz os originais teria divulgado por aí que gênios como Picasso e Hemingway exigiam caderninhos da marca, mas depois descobriu-se que, bem, essa era uma jogada de marketing. No entanto, Neil Gailman é um dos escritores que de fato batem palmas para o produto.</p>
<p>Moleskine original (ou não) em mãos, fica a dúvida: como <em>falar</em> essa palavra misteriosa? De acordo com a Wikipédia, <em>não</em> há pronúncia oficial, já que trata-se de um nome de marca sem nacionalidade definida. Muitos ensaiam um sotaque italiano, outros ficam no inglês. Legal mesmo é falar em português, não? Pra ajudar a gente, o blog <a href="http://www.swiss-miss.com/2010/04/how-do-you-pronounce-moleskine.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+Swissmiss+(swissmiss)"><strong>Swissmiss</strong></a> divulgou um vídeo de pessoas (ou melhor, suas bocas) pronunciando o nome da marca, algumas com mais naturalidade que as outras.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/como-e-que-se-diz-moleskine/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>11 curiosidades sobre a história do pinball</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 18:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/11-curiosidades-sobre-a-historia-do-pinball/" title="11 curiosidades sobre a história do pinball"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pinball-5-470-0809.jpg" alt="11 curiosidades sobre a história do pinball" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Da proibição à popularidade, passando pelo filme que inspirou a unidade mais vendida da história, essa lista mostra 11 fatos curiosos sobre as máquinas de pinball. Fonte: Desculpe a Poeira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/04/11-curiosidades-sobre-a-historia-do-pinball/" title="11 curiosidades sobre a história do pinball"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pinball-5-470-0809.jpg" alt="11 curiosidades sobre a história do pinball" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Da proibição à popularidade, passando pelo filme que inspirou a unidade mais vendida da história, essa lista mostra <a href="http://www.popularmechanics.com/technology/industry/4328211.html">11 fatos curiosos sobre as máquinas de pinball</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ricardolombardi.ig.com.br/">Desculpe a Poeira</a></p>
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		<title>Os covers do A.V. Club</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 20:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ <br/> O A.V. Club, caderno cultural do jornal/site americano The Onion e fonte de resenhas inesquecíveis sobre séries e filmes (às vezes até melhores que tais séries e filmes), lançou nesse mês um novo projeto chamado A.V. Undercover. A ideia é convidar 25 bandas novas para a gravação de covers de 25 músicas não tão novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/>  <p><span style="font-family: arial">O </span><em><a href="http://www.avclub.com/"><span style="font-family: arial">A.V. </span></a></em><em><a href="http://www.avclub.com/"><span style="font-family: arial">Club</span></a><span style="font-family: arial">, </span></em><span style="font-family: arial">caderno cultural do jornal/site americano</span><em><span style="font-family: arial"> The Onion </span></em><span style="font-family: arial">e fonte de resenhas inesquecíveis sobre séries e filmes (às vezes até melhores que tais séries e filmes), lançou nesse mês um novo projeto chamado</span><strong><span style="font-family: arial"> <a href="http://www.avclub.com/articles/introduction-to-av-undercover,38989/">A.V. Undercover</a></span></strong><span style="font-family: arial">. A ideia é convidar 25 bandas novas para a gravação de covers de 25 músicas não tão novas numa sala redonda enigmática, com o patrocínio da rede de cafés Starbucks, em episódios semanais que vão ao ar toda terça-feira.</span></p>
<p><span style="font-family: arial"><span style="font-family: arial">Os três primeiros episódios já foram divulgados, com versões do Ted Leo &amp; the Pharmacists, Fruit Bats e Alkaline Trio para sucessos do Tears for Fears (no melhor cover até agora), Hall &amp; Oates e Archers of Loaf, respectivamente. O site já revelou as próximas canções, mas as bandas escolhidas continuam em segredo, o que sugere combinações improváveis. Tem Pavement, Lemonheads, Smiths, Guided by Voices, Beach Boys </span><em><span style="font-family: arial">e muito mais</span></em><span style="font-family: arial">, incluindo momento final em que as bandas deixam suas assinaturas na parede da sala. Outra perfomance fica por conta dos comentários engraçados dos leitores, como sempre acontece no <em>A.V Club</em>.</span></span></p>
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		<title>As conversas da Jump!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 13:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/03/as-conversas-da-jump/" title="As conversas da Jump!"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lamina-1.jpg" alt="As conversas da Jump!" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> A Jump! inaugurou no mês passado uma das novidades de 2010: o Jump! Talks. A partir de agora, vamos convidar e receber com certa frequência grandes profissionais da propaganda brasileira pra oferecer palestras temáticas para toda a nossa equipe, aqui na agência. Exclusivos sim, egoístas nunca: vamos também compartilhar essas valiosas conversas com vocês, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2010/03/as-conversas-da-jump/" title="As conversas da Jump!"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lamina-1.jpg" alt="As conversas da Jump!" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>A Jump! inaugurou no mês passado uma das novidades de 2010: o <strong>Jump! Talks</strong>. A partir de agora, vamos convidar e receber com certa frequência grandes profissionais da propaganda brasileira pra oferecer palestras temáticas para toda a nossa equipe, aqui na agência.</p>
<p>Exclusivos sim, egoístas nunca: vamos também compartilhar essas valiosas conversas com vocês, no livestream que estará disponível na home do nosso site sempre que um novo Jump! Talks acontecer. É só acompanhar o nosso Twitter (@jumpmovement) pra saber como e quando.</p>
<p>Na primeira – e ótima, por sinal – conversa, trouxemos <strong>Rodrigo Rodrigues, diretor de planejamento da nossa parceira OpusMúltipla</strong>, de Curitiba, para falar sobre atendimento. Reuniões multidisciplinares, o planner que existe dentro de todo atendimento, mensuração de resultados e a “tripla” de criação foram alguns dos temas discutidos. Essa primeira transmissão teve em média 20 espectadores pelo livestream. Estamos ansiosos pela próxima!</p>
<p><img class="alignnone size-large wp-image-1634" src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2010/03/lamina-2-510x382.jpg" alt="lamina-2" width="510" height="382" /></p>
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		<title>Lego em movimento</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 13:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ <br/> Um daqueles vídeos legais que unem Lego e videogame.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/>  <p>Um daqueles vídeos legais que unem Lego e videogame.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/02/lego-em-movimento/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Os adolescentes dançantes dos anos 80</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 12:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ <br/> Muitas das &#8220;novas&#8221; tendências da música (e da moda, do design&#8230;) continuam resgatando os inesquecíveis anos 80. Foi essa influência que inspirou um mashup com trechos de filmes adolescentes daquela década &#8211; tão reprisados pela Sessão da Tarde e integrantes da memória de 80% da população &#8211; e o hit de uma banda moderninha, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/>  <p>Muitas das &#8220;novas&#8221; tendências da música (e da moda, do design&#8230;) continuam resgatando os inesquecíveis anos 80. Foi essa influência que inspirou um <em>mashup</em> com trechos de filmes adolescentes daquela década &#8211; tão reprisados pela Sessão da Tarde e integrantes da memória de 80% da população &#8211; e o <em>hit </em>de uma banda moderninha, o Phoenix.</p>
<p>No vídeo a seguir, os personagens de &#8220;Clube dos Cinco&#8221; (1985), &#8220;A Garota de Rosa-Shocking&#8221; (1986), Footloose (1984) e &#8220;Manequin&#8221; (1987) provam que ainda são capazes de inspirar e divertir multidões.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2010/01/os-adolescentes-dancantes-dos-anos-80/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Os coelhos vão pra casa</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 12:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/10/os-coelhos-vao-pra-casa/" title="Os coelhos vão pra casa"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/10/7236.jpg" alt="Os coelhos vão pra casa" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> A série &#8220;Rayman&#8221; começou em 1995 em consoles como Atari Jaguar, Sega Saturno e Playstation – no qual é o jogo mais vendido de todos os tempos no Reino Unido – e passou depois por vários outros videogames, com uma quantidade considerável de títulos de sucesso. No entanto, os fãs do mundo todo e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/10/os-coelhos-vao-pra-casa/" title="Os coelhos vão pra casa"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/10/7236.jpg" alt="Os coelhos vão pra casa" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>A série &#8220;Rayman&#8221; começou em 1995 em consoles como Atari Jaguar, Sega Saturno e Playstation – no qual é o jogo mais vendido de todos os tempos no Reino Unido – e passou depois por vários outros videogames, com uma quantidade considerável de títulos de sucesso. No entanto, os fãs do mundo todo e os desenvolvedores franceses (da produtora Ubisoft) não esperavam que um dia o carismático Rayman seria derrotado no mundo real pelos seus maiores (ou menores) inimigos, os Raving Rabbids. Esse dia chegou.</p>
<p>Os tais Rabbids, uma espécie de coelhos histéricos com olhos arregalados e um óbvio talento humorístico, aparecem agora em sua primeira grande aventura, com lançamento previsto para o Nintendo Wii nos primeiros dias de novembro. Trata-se de “Rabbids Go Home” – e essa “casa”, do ponto de vista dos coelhos, é nada menos que a Lua. Para chegar lá, eles têm a ideia de construir uma grande pilha de lixo (!) feita de objetos coletados com a ajuda de carrinhos de supermercado e do jogador que tiver paciência para tanto.</p>
<p>Apesar de só agora os coelhos terem seu grande momento, nos últimos anos eles já tinham sido protagonistas de 3 party games – “Rayman Raving Rabbids” 1 e 2 e “Rayman Raving Rabbids TV Party” – e, se antes Rayman tinha presença garantida, hoje não resta nem homenagem ao velho herói. Provavelmente ninguém vai sentir falta nenhuma, já que de entretenimento os Raving Rabbids entendem bem (mesmo que não entendam mais nada): de imitações de personagens famosos e fantasias de ninja à preferência por objetos inusitados em seus ataques.</p>
<p>Além da diversão caótica que os jogos garantem, a franquia também ganha fãs por meio de outras ações. A cada lançamento, a Ubisoft produz sites e jogos online e, especialmente, uma série de curtas e vídeos promocionais com a participação dos personagens. Em <a href="http://www.youtube.com/rabbids">seu canal no Youtube</a>, “Rabbids Go Home” tem divulgado, entre outras pérolas, os episódios de uma minissérie que introduz um pouco da loucura do jogo. O vídeo abaixo, por exemplo, retrata uma das tentativas fracassadas de “ir pra casa”. Emocione-se.</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2009/10/os-coelhos-vao-pra-casa/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>A maçã, os Beatles e o Japão</title>
		<link>http://jump.com.br/blog/2009/09/a-maca-os-beatles-e-o-japao/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 20:43:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/09/a-maca-os-beatles-e-o-japao/" title="A maçã, os Beatles e o Japão"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/09/aug5_640-570x370.jpg" alt="A maçã, os Beatles e o Japão" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Começou no início do mês passado o projeto Learn Something Every Day, que – como o nome explica – propõe “ensinamentos” diários aos visitantes. O que passaria por uma espécie de “segundos de sabedoria” com citações de auto-ajuda é, na verdade, uma coleção de curiosidades rápidas (que não mudam a vida de ninguém, mas também não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/09/a-maca-os-beatles-e-o-japao/" title="A maçã, os Beatles e o Japão"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/09/aug5_640-570x370.jpg" alt="A maçã, os Beatles e o Japão" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p>Começou no início do mês passado o projeto <em><a href="http://www.learnsomethingeveryday.co.uk/">Learn Something Every Day</a></em>, que – como o nome explica – propõe “ensinamentos” diários aos visitantes. O que passaria por uma espécie de “segundos de sabedoria” com citações de auto-ajuda é, na verdade, uma coleção de curiosidades rápidas (que não mudam a vida de ninguém, mas também não fazem mal) do mundo estranho em que vivemos: animais, figuras históricas, saúde e ciência. O charme fica por conta das cores fluorescentes (alguém lembrou do Movement?) e dos desenhos com cara de Paintbrush que o estúdio de design Young – que criou tudo isso – resolveu fazer.</p>
<p>Você sabia que “ringo”, como o primeiro nome daquele Beatle, em japonês significa “maçã”? A Yoko devia saber – e, graças ao <em>Learn Something Every Day</em>, agora você também sabe!</p>
<p>Se os japoneses já pensaram nesse trocadilho esperto pra fazer propaganda?</p>
<p><a href="http://jump.com.br/blog/2009/09/a-maca-os-beatles-e-o-japao/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Break &#8211; O Retorno</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 14:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Guadalupe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/09/break-o-retorno/" title="Break - O Retorno"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/09/novo-break.jpg" alt="Break - O Retorno" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a> <br/> Agora sim: o Break voltou. Segundo a lógica do nosso tão querido movimento, quem volta necessariamente esteve entre nós e foi a algum lugar. A pergunta inevitável dos curiosos é: onde foi que o Break esteve nos últimos tempos? Depois de anos de envio mensal para os amigos e clientes da Jump!, nosso informativo periódico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://jump.com.br/blog/2009/09/break-o-retorno/" title="Break - O Retorno"><img src="http://jump.com.br/wp-content/uploads/2009/09/novo-break.jpg" alt="Break - O Retorno" class="thumbnail thumbnail medium feature" width="570" /></a><br/>  <p><strong><em>Agora sim: o Break voltou. </em></strong><em>Segundo a lógica do nosso tão querido movimento, quem volta necessariamente esteve entre nós e foi a algum lugar. A pergunta inevitável dos curiosos é: onde foi que o Break esteve nos últimos tempos?</em></p>
<p>Depois de anos de envio mensal para os amigos e clientes da Jump!, nosso informativo periódico – Break, para os íntimos – já estava meio cansado de embarcar do mesmo jeito. As novidades eram eficientes, diziam muita coisa, mas ofereciam pouca interação. E interação, que rima com <em>inquietação </em>e <em>inspiração</em>, é a palavra de ordem do milênio, não?</p>
<p>Com a chegada do Movement, nosso novo posicionamento, continuar do mesmo velho jeitinho ficou ainda mais difícil. E não só pro Break, mas também pro site, pra decoração da agência e pros nossos projetos. Então apertamos o botão de <em>Pause </em>e o Break ficou congelado por um tempo.</p>
<p>Durantes alguns dias, buscamos sem descansar a maneira mais legal de integrar o Break ao novo site, ao novo blog, ao Twitter e ao Flickr. Fizemos inúmeros testes, explodimos 2 computadores, consultamos telescópios e abraçamos árvores para, finalmente, chegar ao sistema perfeito. Perfeito <em>por enquanto</em>, porque atualizações naturalmente não vão faltar.</p>
<p>O Break foi ali e já voltou. Agora ele vem com mais conteúdo, posts do blog e os tweets mais legais da equipe. Você, leitor, claro que não é só leitor: clicando nos links do Break, pode comentar os posts, seguir nosso Twitter e falar com a gente. Sobre nossos trabalhos, novidades realmente novas, variedades culturais e um pouco de todos os assuntos – que afinal é onde a gente vê que propaganda tem andado.</p>
<p>Para receber o novo Break, inscreva-se com seu email na página inicial do site.</p>
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