A nova geração de games
Numa época não muito distante, o que havia de mais moderno em games era representado por alguns simples pixels. Um entregador de pizza se resumia a um palito na tela, com alguns quadrados representando os braços e as pernas. O mesmo valia para um time inteiro de basquete – jogado com bola quadrada, ou um aventureiro desbravador de florestas com cipós e jacarés famintos. O pouco que diferenciava um jogo do outro eram as cores. Mas nada era páreo pra nossa inocência da época somada a uma boa dose de imaginação fértil: tÃnhamos aà então diversão por horas, fosse sozinho ou com amigos.
Naturalmente, a coisa evoluiu. Os jogos antes simplÃssimos e sem muita pretensão, deram lugar a mega produções eletrônicas dignas de invejar muitos filmes. Não é a toa que a indústria de games desde 2004 supera a de Hollywood em faturamento – que gira na casa dos bilhões.
Dentre os vários tÃtulos que são lançados todos os meses, um deles promete elevar os games a um patamar nunca estado antes, onde qualquer semelhança com um filme de verdade não é mera coincidência. Estou falando de Heavy Rain: Origami Killer, um jogo ainda em desenvolvimento pelo competente estúdio francês Quantic Dream e com lançamento previsto para Playstation 3 em 2010.
Entenda o que estou falando:
Tamanho é o realismo, que mesmo há 4 anos atrás, sem todas as tecnologias em animação gráfica disponÃveis hoje, os produtores do jogo já surpreenderam ao lançarem esse vÃdeo abaixo simulando uma seleção de atores pro jogo – tudo na completa realidade virtual.
O melhor, porém, é que tais mega produções não se resumem só a Heavy Rain. Quer mais um exemplo? Dá só uma olhada no trailer de I Am Alive, outra promessa que será lançada para Xbox 360, PS3 e PC no meio do ano que vem.
E pensar que meu pai, depois de observar Grand Theft Auto 4 – com toda sua profundidade e atmosfera envolventes - rodando no Xbox 360 por alguns minutos, soltou a seguinte frase: “Tem gente que perde tempo fazendo esse joguinhos”. É… a inocência mudou de geração.




Foi perfeito na frase final: “a inocência mudou de geração”.